Coisas simples, de importância e interesse muito, muito relativos mas boas para "descomprimir".

Coisas de interesse muito relativo, que vou escrevendo,



segunda-feira, 29 de outubro de 2012

O que é isso no muro da barragem?


Barragem de Cingino, Itália









É  isso mesmo! São os Ibex Europeus, um tipo de cabrito montanhês.

Eles gostam de comer o musgo e lamber o 
sal que se forma na parede da barragem.

E você achava que já tinha visto de tudo!!!

sábado, 27 de outubro de 2012

Coincidências!!!


- Um criador de galinhas vai ao bar local, senta-se ao balcão ao lado de uma mulher e pede uma taça de champanhe. A mulher comenta:

- Que coincidência! Eu também pedi uma taça de champanhe.

- Hoje é um dia especial para mim - diz o fazendeiro - Estou a festejar.

- Hoje, é também um dia especial para mim! - diz a mulher - Eu também estou a festejar.

- Que coincidência! - diz o fazendeiro.

Enquando "batem" as taças, ele pergunta:

- E o que é que a senhora está a celebrar?

- Eu e meu marido há uns tempos que andamos a tentar ter um filho e hoje o meu ginecologista disse-me que estou grávida.

- Que coincidência! - diz o homem - Eu sou criador de galinhas e durante muitos anos as minhas galinhas não eram férteis. Mas consegui! Elas hoje começaram a pôr ovos férteis.

- Isso é óptimo - diz a mulher - Como é que conseguiu que as suas galinhas ficassem férteis?

- Usei um galo diferente - diz ele.

A mulher sorri, brinda novamente e diz:
- Que coincidência!!!

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Poema matemático


Um Quociente apaixonou-se
Um dia
Doidamente
Por uma Incógnita.

Olhou-a com seu olhar inumerável
E viu-a, do Ápice à Base...
Uma Figura Ímpar;
Olhos rombóides, boca trapezóide,
Corpo ortogonal, seios esferóides.

Fez da sua
Uma vida
Paralela à dela.
Até que se encontraram
No Infinito.

"Quem és tu?" indagou ele
Com ânsia radical.
"Sou a soma do quadrado dos catetos.
Mas pode chamar-me Hipotenusa."

E de falarem descobriram que eram
O que, em aritmética, corresponde
A alma irmãs
Primos-entre-si.

E assim se amaram
Ao quadrado da velocidade da luz.
Numa sexta potenciação
Traçando
Ao sabor do momento
E da paixão
Rectas, curvas, círculos e linhas sinusoidais.

Escandalizaram os ortodoxos
das fórmulas euclidianas
E os exegetas do Universo Finito.

Romperam convenções newtonianas
e pitagóricas.
E, enfim, resolveram casar-se.
Constituir um lar.
Mais que um lar.
Uma Perpendicular.

Convidaram para padrinhos
O Poliedro e a Bissectriz.
E fizeram planos, equações e
diagramas para o futuro
Sonhando com uma felicidade
Integral
E diferencial.

E casaram-se e tiveram
uma secante e três cones
Muito engraçadinhos.
E foram felizes
Até àquele dia
Em que tudo, afinal,
se torna monotonia.

Foi então que surgiu
O Máximo Divisor Comum...
Frequentador de Círculos Concêntricos.
Viciosos.

Ofereceu-lhe, a ela,
Uma Grandeza Absoluta,
E reduziu-a a um Denominador Comum.

Ele, Quociente, percebeu
Que com ela não formava mais Um Todo.
Uma Unidade.
Era o Triângulo,
chamado amoroso.
E desse problema ela era a fracção
Mais ordinária.

Mas foi então que Einstein descobriu a Relatividade.
E tudo que era espúrio passou a ser
Moralidade
Como aliás, em qualquer
Sociedade.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Hay!




Hugo Chávez le pregunta a su médico:

- Dr. Mi cáncer tendrá cura?

- No solo tendrá cura, también velorio, Misa, coche fúnebre y un

fiestón del CARAJO !!

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Histórias para adormecer os meus Netos 7

História Nr. 7


Era uma vez uma retrete

Sim, pois... uma retrete daquelas onde as pessoas se sentam para fazer cocó.
Era uma retrete igual a muitas outras retretes, nada a distinguia das outras. Então porque é que esta retrete merece uma história? Podem os meninos perguntar...

Pois... merece um história porque embora sendo uma retrete igual ás outras tinha de facto uma coisa que a tornava assim... um bocadinho especial.

É que essa retrete desta história estava numa casa de banho numa casa onde só havia pessoas gordas. Algumas, das pessoas, claro, eram até bastante gordas.
Como gordas que eram, estas pessoas tinham uns cuzes enormes, com umas bochechas tremendas que quando se sentavam na retrete caiam por todos os lados e não deixavam respirar a pobre da retrete.

Aquilo era um suplício tremendo para a retrete, coitadinha. Sempre que um daqueles gordalhufos se sentava toda ela gemia com o peso, uma maçada.

Mas o pior não era isso, o peso enorme daqueles cuzes descomunais, o pior, sim... o pior era quando faziam cocó, sobretudo quando eram um daqueles cocós muito mal cheirosos que deixavam tudo empestado com um cheirete que a pobre da retrete não desmaiava – porque as retretes não desmaiam – mas ficava num estado de aflição tão grande, tão grande que metia dó.

Um belo dia, em que tinham ido fazer cocó nada menos de cinco daqueles gordalhufos e que a pobre da retrete estava completamente arrasada, resolveu que havia de arranjar maneira de se livrar daquele tormento.

Mas como?, pensava a retrete, abrindo e fechando o tampo para arejar o cheirete, sim como? Uma retrete está aparafusada ao chão da casa de banho e, portanto, mesmo que tivesse pernas – que não tem – não podia pôr-se a andar dali para fora sem mais nem menos.
Além disso, a função de uma retrete é essa mesma: aguentar com os cocós das pessoas, seja elas gordas como sacos de batatas ou magrinhas como palitos.
Além disso, uma retrete que se preze não pode decidir quem é que nela faz cocó ou não.

Havia de ser bonito, uma retrete pôr-se as escolher as pessoas que querem fazer cocó! Sim... onde é que já se viu tal coisa!

Seja como for, a pobre da retrete, estava resolvida a mudar de vida e a acabar com aquele incómodo e humilhação tão grandes a que estava sujeita.

Esqueci-me de dizer que a retrete desta história, era uma retrete portuguesa, não que isto tenha assim muita importância, saber se as retretes são portuguesas ou italianas, belgas ou da Cochinchina, isso não interessa nada, nem acrescenta nada à história, mas, de qualquer maneira aqui fica a informação.

Estava a pobre da retrete ás voltas com a mania de se livrar daquela situação, quando, de repente, entra na casa de banho um dos gordalhufos lá de casa.

Por acaso até era um dos mais gordos, senão mesmo o mais gordo de todos.

Tinha um rabo descomunal que apesar das calças serem do amanho de uma tenda de campismo, mal cabia dentro delas; já os meninos estão a ver o tamanho de tal cu!

Se houvesse algum concurso de cuzes gordos de certeza que este ganhava o primeiro lugar!

A pobre da retrete ficou numa agonia já a pensar naquele cu descomunal todo esparramado em cima do seu tampo, com um peso insuportável. Mais, o enorme dono deste enorme cu normalmente tinha um dos cocóses mais mal cheirosos que pode haver. Era uma coisa de tombar uma parede, quanto mais uma simples retrete.

Mas coitada da retrete, não podia fazer nada senão aguentar mais aquela vez.

O gordalhufo lá se sentou em cima do tampo e, em vez de fazer um cocó daqueles muito mal cheirosos que a retrete já estava à espera, não senhor... deu mas foi um tremendíssimo pum que mais parecia uma bomba.

Foi o fim do mundo! A retrete estremeceu..., estremeceu..., e por fim partiu-se em mil bocados.

É claro que o gordalhufo esparramou-se em cima dos cacos da retrete e ficou com o descomunal rabo crivado de cacos.

Foi assim que a pobre retrete teve afinal a sua vingança e conseguiu, ao mesmo tempo, livrar-se daquela situação que muito a fazia sofrer.

De facto, deixou de ser retrete, pois os cacos foram parar ao lixo, e nunca mais se ouviu falar na retrete.

Esta história, que é muito bela e instrutiva, não tem pés nem cabeça, pois não?
Mas, pensando bem, a gente fica com um bocado de pena das retretes todas, não fica?









Porto, Outubro de 2005

domingo, 21 de outubro de 2012

SIGNIFICADO DA PALAVRA ANFITRIÃO



Na mitologia grega, Anfitrião era marido de Alcmena, a mãe de Hércules.

Enquanto Anfitrião estava na guerra de Tebas, Zeus tomou a sua forma para deitar-se com Alcmena, e Hermes tomou a forma de seu escravo, Sósia, para montar guarda no portão.

Com a gravidez de Alcmena, uma grande confusão foi criada, pois
evidentemente, Anfitrião duvidou da fidelidade da esposa.

No fim, tudo foi esclarecido por Zeus e Anfitrião ficou contente por ser marido de uma mulher escolhida do deus.

Daquela noite de amor nasceu o semideus Hércules. A partir daí, o termo anfitrião passou a ter o sentido de "aquele que recebe em casa". (ó céus !!)

Portanto, ANFITRIÃO é sinónimo de CORNO MANSO e FELIZ!

RESUMINDO:


QUANDO DISSEREM QUE VOCÊ É UM BOM ANFITRIÃO FIQUE DE ORELHA EM PÉ.

Isto no Brasil e em Portugal?

Cultura demais é uma droga!

terça-feira, 16 de outubro de 2012

O mito foi quebrado, há loiras inteligentes!!!



  - Conheço uma maneira de conseguir uns dias de folga - diz o empregado à sua colega loira.
- E como é que vai fazer isso? - Diz a loira.
- Vou demonstrar, diz o empregado. Nisto, ele sobe pela viga, e pendurou-se de cabeça para baixo no tecto. Nesse momento o chefe entrou, viu o empregado pendurado no tecto e perguntou:
- Que diabo estás aí a fazer?
- Sou uma lâmpada - respondeu o empregado.
- Hummm... acho que você precisa de uns dias de folga. Vá pra casa.
Ouvindo isto, o homem desceu da viga e dirigiu-se para a porta. A loira preparou-se imediatamente para sair também.
O chefe puxou-a pelo braço e perguntou-lhe:
- Onde você pensa que vai?
- Eu vou pra casa! Não consigo trabalhar às escuras...!!!

domingo, 14 de outubro de 2012

Experiência


Gostaria de partilhar uma experiência convosco acerca do “Se beber, não conduza”!

Há umas noites atrás saí com uns amigos e fomos tomar uns copos a um barzinho muito agradável.

Depois de umas imperiais e uns whiskies, fiquei com a perfeita noção de que tinha ultrapassado o meu limite de resistência ao álcool e fiz uma coisa que nunca tinha feito antes: usei o autocarro para regressar a casa!

Pelo caminho reparei numa operação stop com a polícia a identificar os condutores e a fazer o teste do balão mas, como eu ia num autocarro, os agentes fizeram sinal para seguir.

 E foi assim que cheguei a casa são e salvo, sem qualquer incidente, o que constituiu uma autentica surpresa para mim porque eu nunca tinha guiado um autocarro antes, nem faço a mínima ideia onde é que o arranjei!!!

Histórias para adormecer os meus Netos 6

História Nr. 6

Era uma vez um Passarinho.

Há muitos passarinhos. Há os Pardais de Telhado, os Tentilhões, as Flosas, os Rouxinóis, as Arvéolas, os Verdilhões, os Bicos-de-Lacre, as Toutinegras, os Pintassilgos, enfim... uma quantidade deles, só para falar de alguns dos passarinhos que andam por aí, de um lado para o outro. Porque, passarinhos mais finos, também existem muitos: os Periquitos, os Cardeais, os Canários... eu sei lá... são tantos! Mas esses são de gaiola, não andam a voar pelos arbustos dos jardins nem pelas árvores da rua.

Portantos... esta história de um Passarinho, tem de ser sobre um passarinho especial.

E é.

É uma história sobre o Passarinho da Índia!

Passarinho da Índia!? Mas que tem isso, perguntam os meninos. Também há passarinhos em Portugal, na França, no Brasil ou na Etiópia. Há passarinhos em quase todos os países. Portanto não parece ser muito especial, uma história sobre um passarinho, só porque é da Índia!

Estão muito enganados. Este passarinho é de facto muito especial e, por isso, eu vou contar a história dele para que os meus netos fiquem a saber o que a maioria das pessoas não sabe.

Vamos lá começar outra vez:

Era uma vez o Passarinho da Índia:

Na Índia toda a gente, os indianos, claro, o conhecia. Era um passarinho muito esperto e muito bonito. Tinha umas penas com umas cores maravilhosas, azuis e verdes nas costas, brancas e encarnadas no peito, e, nas asas, castanhas e doiradas, uma verdadeira beleza, um arco-íris em passarinho!

Quanto a esperteza não havia quem o batesse. Nunca caía em nenhuma ratoeira ou armadilha que os rapazes lhe armavam, não se deixava apanhar de maneira nenhuma e, se por distracção, ou numa grande falta de sorte, caía nalgum laço e o punham numa gaiola, arranjava sempre forma de, sem se saber como, escapulir num abrir e fechar de olhos.

Cantava muito bem e cantava muito. Passava horas sem fim empoleirado nalgum raminho a soltar lindos trinados, numa melodia muito variada e cheia de sons diferentes dos de todos os outros passarinhos conhecidos. (Mesmo um canário como o que o Avô Álvaro tem lá na sua casa na Aguda, não canta nada que se pareça!) Gostava muito de comer umas sementezinhas muito pequeninas que encontrava nos bosques e matas – da Índia, claro – e também uns frutos vermelhos, muito apetitosos, que cresciam nos arbustos de alguns jardins – também na Índia, já se vê -, porque este Passarinho desta história é de lá!

Esta era a alimentação do Passarinho da Índia e ele tinha que ter muito cuidado em não comer outras coisas pois tudo lhe fazia mal. Tinha um estômago muito delicado. Mal comia outra coisa qualquer, fazia-lhe logo mal e fartava-se de dar puns de todo o tamanho.

É claro que os puns do Passarinho da Índia não eram assim muito fortes nem se ouviam muito, mas cheiravam mal que se fartavam e os outros passarinhos à volta, punham-se logo a voar para longe daquele cheirete.

Um dia, houve uma festa muito grande lá no bosque: Tratava-se do casamento de dois passarinhos –um pardalito e uma pardaloca – que até, por acaso, eram muito simpáticos e tinham, por isso mesmo, muitos amigos entre os passarinhos, pardais, pássaros e passarões que havia na Índia.

Como o Passarinho da Índia cantava muito bem, como já disse, resolveram convidá-lo para cantar na festa e assim dar um brilho e uma categoria nunca vista noutros casamentos de outros passarinhos.

Aquilo foi cá uma festarola de todo o tamanho: Toda a passarada a dançar, a esvoaçar de um lado para o outro, a fazer habilidades, enfim, uma alegria e animação que só visto!

No chão, coberto de erva muito verdinha, estava posta uma mesa de encher os bicos de água:
Havia bebidas à descrição como água fresquinha de uma ribeirita ali perto; sumo de diversas frutas do mais variado que só na Índia é que há.
Havia também muitas coisas para comer: Sementes – pequeninas e grandes –, bocadinhos de pão e de bolachas roubados num piquenique de uns indianos quaisquer, mel selvagem, amoras, framboesas e outros frutos silvestres, tudo à discrição.

O Passarinho da Índia quando acabou de cantar atirou-se como um doidinho àquela farturinha toda e comeu e bebeu até não poder mais. O pior foi depois... passado um bom bocado, o Passarinho da Índia sentiu-se muito mal da barriguita. Deu um grande pum e... foi um desastre... borrou-se todo!
Aquilo foi uma porcaria de todo o tamanho e o pior de tudo é que, meio tonto com o cheirete, o Passarinho da Índia escorregou na porcaria e estendeu-se ao comprido!

Então, com uma voz muito fraquinha, começou a cantar:

Passarinho da Índia

Cagarim cagou-se


Caiu na caca


E atolou-se!



Porto, Junho de 2005

sábado, 13 de outubro de 2012

Uma santa aula



E poucos santos sobraram...!

No liceu, numa aula de História, o professor pergunta ao aluno:

- Diga-me, menino Augusto, qual foi o português que, ao longo da vida, lidou mais de perto com os Santos?

O aluno pensa durante alguns momentos, respondendo por fim:

- Foi Henrique Galvão, senhor professor!

- Ora essa! - admirou-se o professor. - Então porquê?

O aluno:

- Porque nasceu em Santa Isabel, no dia de Santo Hilário. Foi
baptizado no dia de Santa Catarina e frequentou a escola de Santa
Filomena.

Morava no Campo de Sant'Ana, deu uma queda em Santa Bárbara e foi socorrido no Hospital da Ordem Terceira de São Francisco.

Foi preso e julgado no Tribunal de Santa Clara, pelo juiz Santiago.

Esteve internado sob prisão no Hospital de Santa Maria, de onde fugiu no dia de Todos os Santos.

Assaltou o paquete Santa Maria, ao qual deu o nome de Santa Liberdade.

Passou pela Ilha de Santa Lúcia, a caminho de terras de Santa Cruz,
fixando residência em São Paulo, na Rua de Santa Teresinha, onde viveu exilado, por causa de um "Santo" António que vivia em São Bento e era natural de Santa Comba!!!

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Ora esta!!!


«Concluí que a minha filha desempregada e o meu filho dentista com falta de clientes (ambos divorciados) têm de intentar acções judiciais contra mim, para eu ser CONDENADO a pagar "alimentos" (no sentido legal do termo) aos meus netos. Porque, com uma sentença judicial, eu posso descontar essas despesas no IRS e, se ajudar voluntariamente, não posso.

Se encontrar uma saída, transmito-a a todos os avós.»


 Juiz-Conselheiro (Jubilado) Mário Araújo Ribeiro

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

FALTA UMA LETRA. DESCUBRA QUAL...


O Que Está Faltando no Texto?

Sem nenhum tropeço posso escrever o que quiser sem ele, pois rico é
O português e fértil em recursos diversos, tudo isso permitindo mesmo o que de início, e somente de início, se pode ter como impossível. Pode-se dizer tudo com sentido completo, mesmo sendo como se isto fosse mero ovo de Colombo.
Desde que se tente sem se pôr inibido pode muito bem o leitor empreender este belo exercício, dentro do nosso fecundo e peregrino dizer português, puríssimo instrumento dos nossos melhores escritores e mestres do verso, instrumento que nos legou monumentos dignos de eterno e honroso reconhecimento. Trechos difíceis se resolvem com sinônimos.
Observe-se bem: é certo que, em se querendo esgrime-se sem limites com este divertimento instrutivo. Brinque-se mesmo com tudo. É um belíssimo desporto do intelecto, pois escrevemos o que quisermos sem o "E" ou sem o "I" ou sem o "O" e, conforme meu exclusivo desejo, escolherei outro, discorrendo livremente, por exemplo, sem o "P", "R" ou "F", o que quiser escolher, podemos, em corrente estilo, repetir um som sempre ou mesmo escrever sem verbos.
Com o concurso de termos escolhidos, isso pode ir longe, escrevendo-se todo um discurso, um conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor melhor preferir. Porém mesmo sem o uso pernóstico dos termos difíceis, muito e muito se prossegue do mesmo modo, discorrendo sobre o objeto escolhido, sem impedimentos. Deploro sempre ver moços deste século inconscientemente esquecerem e oprimirem nosso português, hoje culto e belo, querendo substituí-lo pelo inglês. Por quê?
Cultivemos nosso polifónico e fecundo verbo, doce e melodioso, porém incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos povos, escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de condores.
Honremos o que é nosso, ó moços estudiosos, escritores e professores.
Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde, porém viril e cheio de sentimentos estéticos, pugilo de heróis e de nobres descobridores de mundos novos.

Descobriu? ? ?

Não???

Então aqui vai...

Não tem a letra A ! ! ! ! !

Em nenhum lugar! ! ! Incrível.

Vai voltar para conferir não é ?

(Eu fui.)

























terça-feira, 9 de outubro de 2012

Isca!!!


Um casal idoso estava num cruzeiro e o tempo estava tempestuoso. Eles estavam sentados na traseira do navio, a olhar a lua, quando uma onda veio e levou a velha senhora. Procuraram por ela durante dias, mas não conseguiram encontrá-la. 

O capitão enviou o velho senhor para terra, com a promessa de que o notificaria assim que encontrasse alguma coisa.

Três semanas passaram-se e finalmente ele recebeu um fax do navio. Ele leu:

"Senhor: lamento informar que encontramos o corpo da sua esposa no fundo do mar. Nós a içamos para o barco e, presa a ela, tinha uma ostra. Dentro da ostra havia uma pérola que deve valer 50.000 euros. Por favor, diga-nos o que fazer."

O velho homem respondeu:

"Mande-me a pérola e atire de novo a isca."

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Não se fala mais nisso!


Isto é real.

Esta mulher tem 51 anos.

É a guru de saúde da televisão Gillian McKeith, defendendo uma abordagem holística para a nutrição e saúde, promovendo exercício, uma dieta vegetariana rica em frutas e vegetais orgânicos. Recomenda dietas desintoxicantes, lavagem gástrica e suplementos.




Esta mulher tem 51 anos.

É Nigella Lawson, uma cozinheira da televisão que come carne, manteiga e sobremesas.





 Caso encerrado!

domingo, 7 de outubro de 2012

No médico


As secretárias de alguns médicos devem pensar que são doutoras.
Isto, porque perguntam, quase sempre, quando se chega a uma consulta, a razão da visita. E o paciente, por delicadeza, tem que responder, diante de todos, às perguntas que lhe fazem, o que se torna muito desagradável.

Não há nada pior que uma recepcionista perguntar o motivo da consulta, diante de uma sala de espera cheia de pacientes.

Uma vez entrei para uma consulta, aproximei-me da recepcionista, com um ar de pouco simpática.

- Bom dia, minha senhora!

Ao que a recepcionista respondeu:

- Bom dia, quais são as suas queixas? Porque veio à consulta?

- Tenho um problema com o meu pénis, respondi.

Como alguns dos presentes riram, a recepcionista alterou-se e disse-me:

- O senhor não deveria dizer coisas como estas diante das pessoas.

- Porque não? ... a senhora perguntou-me a razão da consulta e eu respondi.

A recepcionista disse-me, então:

- Poderia ter sido mais dissimulado e dizer, por exemplo, que teria uma irritação no ouvido e discutir o real problema com o Doutor, já dentro do gabinete médico.

Ao que eu respondi:

- E a senhora não deveria fazer perguntas diante de estranhos, se a resposta pode incomodar.

Então sorri, saí e voltei a entrar:

- Bom dia, minha senhora!

A recepcionista sorriu, meio sem jeito, e perguntou:

- Sim???

- Tenho um problema com o meu ouvido.

A recepcionista assentiu e sorriu, vendo que havia seguido o seu conselho e voltou a perguntar-me:
- E... o que acontece com o seu ouvido?

- Arde-me quando eu mijo...

sábado, 6 de outubro de 2012

VENCIMENTOS PARA A “VIDA”



Ordenado

Mínimo..........€ 485,00 - Para governar a vida;

G.N.R...............€ 800,00 - Para arriscar a vida;

Bombeiro...........€ 960,00 - Para salvar vidas;

Professor...........€ 930,00 - Para preparar para a vida;

Médico...........€ 2.260,00 - Para manter a vida;

Deputado.......€ 6.700,00 - Para nos lixar a vida.