Coisas simples, de importância e interesse muito, muito relativos mas boas para "descomprimir".

Coisas de interesse muito relativo, que vou escrevendo,



domingo, 30 de setembro de 2012

Merkel


Frau Merkel arrives at Passport Control at Charles de Gaulle airport.

"Nationality?" asks the immigration officer.

"German," she replies.

"Occupation?"

"No, just here for a few days."

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Teste de virgindade italiano


The Italian Virginity Test  

Mario is planning to marry and asks his family doctor how he could tell if his bride-to-be is still a virgin.

His doctor says, "Mario, all the Italian men I know use three things for what we call a  Do-It-Yourself
Virginity Test Kit - A small can of red paint, a small can of blue paint and a shovel."
 
Mario asks, "And what do I do with these things, doc?

The doctor replies, "Before you climb into bed on your wedding night, you paint one of your balls red and the other ball blue.

If she says, 'That's the strangest pair of balls  I've ever seen!',

..........you hit her with the shovel.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Pedra comemorativa


JACÓ MORREU.

A sua vontade foi deixar 40.000 dólares para um bom enterro e uma Pedra Comemorativa.

Depois que saíram os últimos acompanhantes, a viúva Sara aproximou-se da sua mais velha e querida amiga e lhe disse:

- Estou certa de que Jacó estará contente.

- Sim, tem razão, respondeu a amiga, mas perguntou:
- Quanto custou realmente?

- Quarenta mil, respondeu Sara.

A amiga surpresa:

- Tudo estava muito bem, mas 40.000??  Caro, hein?!...
Sara respondeu:

- O funeral foi 1.500 dólares; dei 500 à Sinagoga; para o licor e os petiscos, outros 500.

O resto foi para a  PEDRA COMEMORATIVA ...

- 37.500 para uma pedra? De que tamanho é???





terça-feira, 25 de setembro de 2012

Histórias para adormecer os meus netos 4

História Nr. 4 

Era uma vez um “Coiso”:


Eu bem sei que me vou ver aflito para contar esta história, porque é muito difícil falar ou escrever sobre uma “Coisa” que não se sabe o que é.

Quer-se dizer: Toda a gente diz a propósito de tudo e de nada:
Bem...tal e “Coiso”;
Bem... “Coiso” e tal;
Aquele tipo é assim um bocado “Coiso”;
Faz favor passa-me aí o “Coiso”...

O “Coiso” tem uma mulher: a “Coisa”!

Mas é o mesmo, ou seja, também se diz a torto e a direito:
Apetecia-me, agora mesmo, uma “Coisa”;
Quem me dera ter aquela “Coisa”;
Já viste que “Coisa” mais gira;
Etc. e tal.

O “Coiso” e a “Coisa”, têm, pelo menos, uma filha: a “Coisinha”.

Também esta não se sabe o que seja mas, a verdade, é que se usa muito:
Isto é que é uma “Coisinha” gira;
Oh que “Coisinha” tão simpática;
Por favor dá-me qualquer “Coisinha”?
Etc., etc.

Pois... mas, no fim de contas, o que vem a ser um “Coiso”?
Alguém me sabe explicar?

Eu cá não sei mas, de qualquer forma, vou contar a história porque, mesmo sendo a história de um “Coiso”, acho que, enfim... merece ser contada.

O “Coiso”desta história nasceu há uns anitos, aí por volta de 1982, tinha este vosso Avô a bonita idade de 32 aninhos! (Caramba! Onde isso já vai!).

Vou contar como aconteceu:

O Miguel Avides Moreira tinha uma loja onde vendia barcos, motores e outras tralhas para andar na água.
Há muito tempo que eu lhe tinha dito que queria comprar um barquito, uma coisa barata que desse para se dar umas voltas no mar do Algarve, ir à pesca, ensinar as vossas Mães a fazer sky, enfim... que desse para isto tudo e que não custasse muito dinheiro.

Um belo dia o Miguel telefonou-me: Eh pá, António! Tenho aqui um barco que é mesmo o que tu queres. Vem cá ver.

E, claro, eu fui logo a correr. Tratava-se de um barco pequeno, com dois metros e oitenta, com casco em “trimaran”. Estava equipado com um motor fora de borda Norueguês, de 40 cavalos, era um bocado antiquado mas, na verdade, o Miguel fez-me um preço porreirinho e, ainda por cima, deixava-me pagar aquilo em três vezes.

Fui experimentar o equipamento ao Clube de Vela Atlântico e aquilo portou-se bem. Quer dizer: não foi ao fundo nem nada.

Fiz o negócio. O barco tinha um pára-brisas em plástico azulado e, para os dois bancos, a Avó fez umas almofadas forradas de plástico cor de cenoura. Estava todo catita.

Daí a dias íamos para a Praia da Luz e eu, claro, queria levar a embarcação, mas, para isso, havia que fazer um seguro, e registar o barco.

Entreguei os papéis todos que o Miguel me pediu para tratar dessas burocracias e pensei que, finalmente, ficaria tudo pronto a tempo.

Mas não... o Miguel Avides telefonou-me a dizer que não podia fazer o registo porque eu me tinha esquecido de dar um nome ao barco.

Eu sabia lá que era preciso tal!

Como queria o assunto resolvido imediatamente e não havia tempo de consultar a família sobre o nome para baptizar o barquinho, resolvi logo e disse ao Miguel Avides:

- Eh pá! Quero lá saber, põe-lhe o nome de “COISO”.

O Miguel largou-se a rir mas, a verdade, é que o barco ficou mesmo registado com o nome de “COISO”.

O “COISO” durou uns três anos sem nunca dar problemas.

Foi nele que a vossa Mãe e as Tias aprenderam a fazer sky e funcionava que era uma beleza.

Quando o vendi a um pacóvio de Matosinhos (troquei-o por outro maior e melhor) tinha um buraco no fundo do casco, mas, eu, é claro, não disse nada, afinal de contas, o sujeito não me perguntou se “COISO” estava furado, portantos...

Porto, 02 de Março de 2005

domingo, 16 de setembro de 2012

Histórias para adormecer os meus Netos 3

História Nr. 3

Era uma vez uma Lâmpada.

Tinha nascido numa segunda-feira por volta do meio-dia numa fábrica ali nos arredores de Lisboa.

O operário, tinha-a tirado da máquina ainda quentinha e tinha olhado para ela muito atentamente a ver se tinha algum defeito.

Mas não! Não tinha defeito nenhum... era perfeitinha, uma lâmpada como devem ser todas as lâmpadas.

Era bastante redondinha e tinha umas letras escritas na cabeça: 75 W.

Quer dizer: era uma lâmpada que daria tanta luz como 75 velas acesas! Caramba! Estava muito orgulhosa e contente.

A seguir o operário tinha encostado o seu rabinho a uma placazita de metal e... extraordinário! O filamentozinho que tinha dentro da barriga tinha-se acendido com um brilho fantástico.

O operário não ligou meia, estava habituado a ver lâmpadas... milhares delas todos os dias; mas ela não, achou-se muito bonita e pensou que deveria ter um nome. Muito bem... já que brilhava tanto quando acesa ficaria com o nome de Luzia.

Mas a alegria foi sol de pouca dura porque o homem enfiou-a numa caixa de cartolina e colocou-a ao pé de muitas outras lâmpadas suas irmãs daquela segunda-feira.

A sua vida passou a ser um bocado confusa, porque não via nada do que se passava à sua volta. Sentia-se a ser transportada de um lado para o outro, sem cuidado nenhum, aos trambolhões, enfim uma falta de respeito que muito a incomodava.

A Luzia não tinha a menor ideia de quanto tempo tinha passado desde o dia em que nascera até àquele dia em que a puseram, novamente ao pé de outras lâmpadas, na prateleira do Supermercado, no Carrefour de Vila Nova de Gaia, na secção dos artigos eléctricos.

No lugar onde a puseram mal podia ver as pessoas que passavam à sua frente, mas em todo o caso, sempre era melhor que estar dentro de uma caixa num armazém qualquer. Sempre se distraí-a um bocado a ver as pessoas passar a conversarem, de um lado para o outro.

Mas, na verdade, aquilo já estava a ficar um bocado aborrecido, sempre no mesmo sítio, sem fazer nada. Algumas pessoas já tinham pegado nela como se fossem para a levar mas depois voltavam a colocá-la no mesmo lugar... quer dizer... no mesmo sítio não... mas de qualquer maneira, à balda, que as pessoas não têm respeito nenhum pelas lâmpadas que estão nos Supermercados.

À noite lá vinha a encarregada da secção dos artigos eléctricos arrumar tudo e então lá voltava para o seu lugar que, agora, passado todo este tempo, já era na fila da frente. Muitas das suas irmãs já tinham partido, nos cestos ou carrinhos de compras das pessoas que por ali passavam.

Tinha muitas saudades daquele brilho e do calorzinho que sentira na fábrica quando o operário lhe encostara o rabinho na placa de metal e se acendera. Nunca mais isto acontecera e sentia muitas saudades. Afinal de contas... era uma lâmpada e as lâmpadas servem para alumiar, não são para estarem nas prateleiras dos supermercados sem fazerem nada.

Mas, um belo dia, aconteceu: Uma senhora, até, por acaso, com muito bom aspecto, pegou nela e pô-la no carrinho das compras. Pensou logo que tinha muita sorte.

Quando estava a pagar na caixa perguntou à empregada como é que sabia que a lâmpada estava boa e a empregada respondera que não havia problema nenhum, que se por acaso tivesse defeito, poderia trocá-la por outra.

Essa agora! Ela, Luzia, com defeito! Quem é que a sujeita pensava que era? Ela, Luzia era uma lâmpada muitíssimo boa, sem defeito nenhum.

Estava ainda a pensar nisto, muito aborrecida com a sua nova dona, quando, chegadas a casa, sentiu que esta a tirava da caixa e a atarraxava num suporte qualquer. Depois ouviu um barulhinho do interruptor e imediatamente se acendeu a luzir... a luzir.

A Luzia ficou muito contente da vida. Afinal de contas, valera a pena esperar aquele tempo todo! Mas depois... começou a reparar à sua volta para perceber onde estava.

Oh! Céus! Estava numa das retretes da casa! Por acaso... até nem cheirava mal nem nada, mas... caramba... numa retrete!

Mas não havia nada a fazer. Uma lâmpada tem que dar luz onde a puserem, nem que seja numa retrete e... bico calado, que as lâmpadas não têm querer!

Não sei o que lhe aconteceu depois, mas parece-me que, coitada, fartinha de tantos maus cheiros por causa dos puns que as pessoas davam na retrete, resolveu não dar mais luz.

Se isto é verdade, fez muito mal porque o resultado foi ter ido parar ao caixote do lixo e, ainda por cima ouvir dizer:

Esta lâmpada não presta para nada!

Porto, 10 de Fevereiro de 2005

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Teste


Experimentem que dá um resultado fabuloso

 no teste clicar repetidamente no teclado

 Só clicar no link pra fazer o teste.


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

6 GRANDES VERDADES


1ª Verdade:
Ninguém consegue tocar em todos os dentes da boca com a língua.

2ª Verdade:
Todo retardado, depois de ler a 1ª verdade, tenta tocar com a língua todos os dentes que tem na boca.

3ª Verdade:
Descobre que a 1ª verdade é mentira.

4ª Verdade:
Começa a sorrir, porque concorda que é retardado.

5ª Verdade:
Está pensando para quem vai enviar essas verdades.

6ª Verdade:
E continua com o sorriso de retardado na cara!!!
Fala sério, você tocou a língua nos dentes, não é verdade ?

EU TAMBÉM!
Agora pega outro...
PRECISAMOS RIR MAIS, PARA DEIXARMOS NOSSO MUNDO MAIS ALEGRE!!!

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Histórias para adormecer os meus Netos 2


Era uma vez um Arroto.

Um arroto, deixem-me já dizer, pode ser uma “Coisa” muito mal cheirosa e inconveniente.

Pode ser mal cheirosa porque o “arrotador” ou “arrotadora” pode ter comido couves, ou grelos que, normalmente, provocam um mau cheiro tremendo nos arrotos.

Bom... mas este arroto, por acaso, até nem cheirava muito mal, na verdade, nem cheirava a nada. Era um arroto assim, como hei-de dizer... um bocado bera... enfim... não prestava para nada.

Nem sequer..., prontos..., tinha sido assim um arroto muito alto, que fizesse muito barulho. Não senhores! Um arrotozito de nada que quase nem merecia o nome de arroto. Mas... enfim, como a Beatriz me pediu para escrever a história de um arroto e eu agora só tinha aqui este, assim, à mão, tem que ser este mesmo.

Bom... este arroto tinha aparecido a meio da manhã, deveriam ser, talvez, umas Dez e Meia. Não se pode dizer que fosse tarde para um arroto aparecer!

Nem sei porque é que este arroto apareceu. A pessoa que o deu não deu explicações e eu também não fui perguntar. Não perguntei por duas razões:
A primeira é que não conhecia a pessoa de lado nenhum;
A segunda foi porque não tinha nada com isso, quer dizer, aquele arroto não me interessava para nada.

Assim, fui-me embora sem ligar importância nenhuma ao arroto. “Quero que o arroto se lixe”, pensei eu cá com os meus botões.

Mas, ao chegar a casa, encontrei uma carta da Beatriz a pedir-me a tal história do arroto e, assim, voltei a correr para trás a ver se ainda o encontrava.

Por acaso e não sei como, encontrei o arroto sentado na borda passeio quase em frente da Maiorca, que é aquela Confeitaria que há ao pé de casa.

Fiquei muito contente, claro, porque assim já podia contar a história de um arroto à Beatriz. Eu não sabia, e ainda não sei, porque é que a Beatriz quer a história de um arroto, portanto não sabia o que havia de perguntar ao arroto que ali estava sentado na borda do passeio.

Mas, assim em jeito de meter conversa, resolvi arriscar: Bom dia arroto. Estás bom, pá?

O arroto ficou mudo, não disse coisíssima. É muito malcriado, pensei comigo. Ele há arrotos assim, muito mal-educados!

Ouve lá, ó arroto – voltei eu – então não respondes? Não dizes nada? Caramba, pá! Podias ao menos dizer bom dia!

Mas o raio do arroto continuava calado como um calhau (não sei se sabem que, ao contrário do que muita gente pensa, os calhaus não falam) e eu comecei a ficar irritado com tanta má criação.

Resolvi levar a “Coisa” de outra maneira e, com a minha voz mais doce e muito jeitinho, disse:

Eh pá! Eu só queria saber umas “Coisas” a teu respeito para contar à minha neta Beatriz que me pediu uma história sobre um arroto e como eu agora não tenho aqui mais nenhum e tu pareces estar aí sem fazer nada, bem podias fazer-me o jeito e responder a umas perguntinhas muito simples. Vá lá... não custa nada, terminei eu cheio de esperança.

Mas não senhores! Nem assim o estupor do arroto se convenceu e continuou caladíssimo.

Quando eu, já de cabeça perdida, ia dar um pontapé no arroto, para lhe ensinar a não ser malcriado com as pessoas apareceu o Senhor Pinto.

Oh Senhor Mexia Alves! Não faça mal ao arroto, coitado, que ele não tem culpa nenhuma.

Sabe, foi uma velhota inglesa que o deu e ele, coitado, como não sabe falar português, está para aí muito envergonhado e nem tem coragem de dizer nada.

Fiquei muito agradecido ao Senhor Pinto pela informação. Afinal, ia dar um chuto ao arroto sem este ter culpa nenhuma, coitado. Assim, resolvi perguntar-lhe:

-       Hey! Arroto, how are you today? What’s your name?

O arroto respondeu com uma voz fraquinha quase sem forças:

_ My name it’s not arroto, it’s Belch and I am very sorry but I can’t tell you nothing on me.

Fiquei danado com o arroto que, afinal se chamava Belch! Achei-o um vaidoso e resolvi que não valia a pena estar a contar uma história sobre um arroto tão convencido.

E prontos...


Porto, 27 de Janeiro de 2005