Coisas simples, de importância e interesse muito, muito relativos mas boas para "descomprimir".

Coisas de interesse muito relativo, que vou escrevendo,



sábado, 18 de julho de 2009

Carta aberta

Zé:

Tenho a certeza que desculpará a familariedade mas, sinto, que tenho o direito de tratar assim quem me entra pela casa dentro, a qualquer hora do dia ou da noite, sem ser convidado nem nada.
É claro que, não o trato por "tu", porque o reservo para os meus amigos.
Bem... vamos ao tema que me levou a esta "carta aberta".
Estou preocupado com a situação.
Não sei se já lhe chegou aos ouvidos o que alguns fulanos andam para aí a dizer:
Que v. não vai ter maioria absoluta e, se calhar, até vai perder as próximas eleições!
Pasme-se com o desplante! Estou atónito com a "lata" de tanta gente que, seguramente, não sabe o que diz.
Eu cá, não tenho nenhum plano infalível para ganhar as eleições e, até, arriscar uma maioria, mas, garanto, tenho algumas ideias que, postas em prática, vão fazer funcionar a coisa a contento.
E, sem mais, venho colocar à sua disposição essas idéias, aliás tão simples que, até v., as vai entender.
Como estou numa situação um bocadinho... digamos... à rasca, v. tem que pagar pela coisa, mas, claro que, como, consta, as finanças andam um bocado por baixo, eu, condescendo dispensando o pagamento imediato e em numerário. Basta que me nomeie administrador de uma empresa qualquer do Estado - não interessa qual - com direito, ao fim de dois meses e tal, a uma indeminização de uns milhõezitos, mais uns trocos, para me ressarsir do incómodo de ser posto na rua pelo próximo governo.
Garanto que não vou fazer ondas nenhumas, aliás, nem faço tenção de pôr os pés na tal empresa, de maneiras que, ninguém tem que saber da coisa.
Aguardo com expectativa a sua resposta para lhe enviar, por E-mail, o "pacote" com as ideias salvadoras, juntamente com indicação do NIB onde deve ser depositado o "taco".
Nota 1: não se preocupe que o NIB será de uma offshore (julgo que sabe o que é) e, portantos, evitam-se maçadas com o Moniz, a Moura Guedes e os outros fulanos todos que não mencionei acima pelo seus nomes mas que v. sabe muito bem quem são.
Nota 2: Irá desculpar, mas as tais "ideias" vão em Inglês, mas é claro que, para v., isso não constituirá qualquer problema que, eu cá, já reparei que além do Espanhuel, v. domina a língua - não o orgão bucal, que... esse... valha-nos Deus! - na perfeição.