Coisas simples, de importância e interesse muito, muito relativos mas boas para "descomprimir".

Coisas de interesse muito relativo, que vou escrevendo,



sábado, 31 de janeiro de 2009

Quem?

Olá Manel, tás bom, pá?
Olá Zé, estou porreiro, e tu?
Cá vamos andando com mais ou menos chatisses.
Pois... já se sabe...
Pois é, pá. Tenho de estar sempre a desmentir atoardas e barbaridades que nunca mais acabam, é cá um stress que nem te conto.

Bom dia senhor Primeiro, então vossa excelência sempre conhece aqui o Manel!
Quem, eu? Mas qual Manel? Nunca ouvi falar, nunca me foi apresentado não faço a menor ideia quem seja, está perceber? Espero que isto fique claro de uma vez por todas!

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

História edificante

Alguém me contou a seguinte história que achei com interesse para este magnifico blog:

"O telefone tocava irritante e persistente. Oh Maria Alice! Veja lá quem é, caramba, que já não se pode trabalhar em paz!
Sr Ministro, é o Tio de Vexa...
O tio, mas qual tio? Eu tenho tios que nunca mais acabam...
Sr. ministro diz que é o tio da imobiliária, por causa daquele assunto que Vexa sabe...
Ah! Esse... bom... deixe lá ver o telefone (não me largam... ele é os tios... ele é os primos... ele é o Vara...)
Tá lá? Tio? Então que há?
Olá Zé, é por causa daquela coisita que te falei, as lojitas lá em Alcochete, pá...
Oh tio, mas eu já lhe disse que isso é um grande pincel, andam por lá aqueles fulanos da Quercus - oh lá como que isso se chama - mais os ecologistas e os gajos dos flamingos e das rãs azuis que não me largam a labita; não, eu cá não posso fazer nada.
Oh Zé, mas ouve, dizia o tio, há uns dois ou três fulanos que virão de propósito de Londres, estão cá amanhã, mas só se tu os receberes, pá. Que é que tens a perder, homem?
Terminado o telefonema, o homem decide-se:
Maria Alice, tem de me tratar de uma coisa confidencial amanhã ao meio dia. Arranje-me um gabinete qualquer, fora daqui do edifício já se vê, num local discreto. Trate-me lá disso que é para uma reunião importante.

No dia seguinte a coisa correu muitíssimo bem.
No final, o grande homem frisou: Uma recomendação importante, sem a qual nada feito, do you understand - dizia aos bifes -;não há papéis, nem mailes nem nada disso, o taco avança para esta continha cujo numero já lhes dei e prontos. Logo que esse pequeno detalhe estiver em ordem essa gaita pode avançar.
But, minister, dizia o boss dos Uks, quando é que podemos contar com a coisa?

Oiça lá, ó mister, você pensa que está a falar com algum nabo? Eu sou um engenheiro, gaita e, além disso, um ministro. Está tudo prontinho há que tempos, que é que you think?

E o facto é que vinte dias depois, no fim do conselho de ministros, pôs a papelada debaixo do nariz do Primeiro dizendo displicentemente: Já me esquecia, pá, assina-me aqui esta papelada se fazes o favor.
Mas que é isto, perguntou o outro.
São umas lojecas que um inglês qualquer quer construir ali para os lados de Alcochete. Coisa fina e que vai dar empregos a uma porradaria de pessoal."

Prontos... acabou a história... ou não?

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Outra vez Inês

"Relação condena jornalista Inês Serra Lopes. O Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) condenou a jornalista Inês Serra Lopes a um ano de prisão pelo crime de favorecimento pessoal na forma tentada no caso do alegado sósia de Carlos Cruz, arguido no processo Casa Pia."
Eu não te disse, Inês, que a esperteza ainda ia dar para o torto?
E agora, Inês? Que grande maçada, não é? Talvez o paizinho ainda apresente mais um recursozinho, que, o paizinho, é uma maravilha a produzir recursos!
Mas, se calhar, Inês, a coisa não vai resultar e vais ter que ir "dentro" um anito. Sempre podes praticar a tua linda voz ciciante, e, se conseguires aguentar, treinares ao espelho da cela umas daquelas tiradas brilhantérrimas, fruto da imaginação prodigiosa e incontestável inteligência com que indubitavelmente foste dotada.

(vd: Que é feito de ti, Inês, 18.04.2007)